Análise de InstagramCada marcador aponta um achado exatamente onde ele mora no perfil, e cada publicação da grade abre com a leitura dela. Nada aqui é opinião solta: tudo saiu do que está publicado. Leitura de 29/09/2026, sobre as 10 publicações da própria conta. A grade desta página mostra só essas 10; no perfil, as posições 2, 3, 5 e 9 são colaborações publicadas por outras contas, que ficaram fora das contas, e Machu Picchu fica na posição 4. O botão no topo alterna entre Como está, o perfil hoje, e Como poderia ficar, uma proposta que só reorganiza o que já existe.

O campo de nome traz só "Diego Santos". O que o define aparece logo abaixo, na bio: "👨🏾🎓 Educador" e "🔎 Pesquisador". O cabeçalho não mostra categoria.
O campo de nome é o texto em negrito logo abaixo do @ e entra na busca do Instagram. Hoje, quem busca por "educador" ou "pesquisador" não encontra essas palavras no nome dele: o perfil chega com mais facilidade a quem já sabe como ele se chama.
A correção é trocar o nome para algo como "Diego Santos | Educador", com a palavra que abre a bio dele. "Pesquisador" segue na bio, agora com o tema. Nada novo a escrever. Toque em "Como poderia ficar", no topo.
As cinco linhas da bio aparecem inteiras, sem precisar tocar em "mais": "Educador", "Pesquisador", "Lifelong Learner", "Cantor de Karaokê" e "Modelo @soudisantos_ @agenciamodelsblack". Não há link na bio.
Quem chega vê os papéis lado a lado, com o mesmo peso, e sem o assunto da pesquisa. O tema está só nas legendas: "apresentar a pesquisa sobre mobilidade corporativa e tecnologias digitais no ICMTT 24" (15/05/2025) e a participação no Fórum Abratur 2023 e a fala em evento da Secretaria de Estado do Turismo do Maranhão (13/06/2024). Sem link, quem se interessa não tem por onde conhecer a pesquisa a partir do perfil.
A proposta completa a linha "🔎 Pesquisador" com o tema, nas palavras que ele já escreveu. A página do link (a pesquisa ou o currículo acadêmico) e, se ele quiser, a instituição na linha de educador ficam para ele escolher. Toque em "Como poderia ficar", no topo.
O perfil ainda não tem destaques. No feed já estão o #tbt da ida a Cusco para o ICMTT 24 (publicado em 15/05/2025), o #tbtdump da visita ao Maranhão com o Fórum Abratur 2023 (publicado em 13/06/2024), a formatura como paraninfo (28/01/2024), a série de janeiro de 2025 no Rio (09/01, 16/01 e 23/01/2025) e a exposição "Pequenas Áfricas: o Rio que o samba inventou" no @ims.paulista (11/04/2024).
Os destaques ficam logo abaixo da bio e são onde quem chega entende o perfil sem rolar a grade. Sem eles, toda a apresentação fica com a bio.
São quatro destaques a abrir, compartilhando nos stories as publicações que já foram ao ar: Pesquisa (Cusco e Maranhão), Sala de aula (a formatura como paraninfo), Rio (a série de janeiro de 2025) e Arte e memória (as exposições). Toque em "Como poderia ficar", no topo.
São 10 publicações próprias em quase quatro anos (de 12/10/2022 a 09/09/2026), cerca de uma a cada cinco meses, com 7 pausas de mais de 60 dias, a maior, de 482 dias, depois de 15/05/2025. As colaborações publicadas por outras contas no mesmo período aparecem na grade, mas ficaram fora das contas.
Quando ele publica, o público responde: nenhuma das publicações comparáveis ficou sem comentário. O que pesa é o intervalo entre as publicações, não a resposta a elas. E em janeiro de 2025 ele publicou em três quintas seguidas (09/01, 16/01 e 23/01/2025); 6 das 10 publicações saíram numa quinta.
A rotina proposta é uma publicação própria por quinta, no formato que ele já usa em 8 das 10, o carrossel, alternando pesquisa e sala de aula, passeios e exposições. O acervo de viagens que ele já publica com #tbt sustenta as semanas sem evento novo.
Na grade como o perfil mostra, as posições 2 e 3 da primeira linha são colaborações publicadas por outras contas: @adornos_e_magia (17/06/2025) e @revistahospitalidade (13/06/2025). A posição 5 (@revistahospitalidade, 28/04/2025) e a 9 (@soudisantos_, 26/09/2024) também são colaborações de outras contas.
As três maiores respostas comparáveis ficam mais abaixo: a de Machu Picchu (19,49%, 15/05/2025) na posição 4, a do Vidigal (12,92%, 09/01/2025) na posição 8 e a da formatura como paraninfo (13,67%, 28/01/2024) na posição 12. A que mais rendeu entre as 9 comparáveis, com mais que o dobro da mediana do perfil, abre a segunda linha do perfil; na grade desta página, que mostra só as 10 da própria conta, ela aparece na posição 2.
No momento em que fizer sentido para ele, a correção é fixar no topo as três: Machu Picchu, a formatura como paraninfo e o Vidigal. Não pede conteúdo novo, e o topo da grade passa a abrir com as três maiores respostas comparáveis, duas delas com o educador e pesquisador que a bio anuncia.
As três publicações em que a legenda conta o trabalho dele têm mediana de 13,67%: a apresentação da pesquisa no ICMTT 24, em Cusco (19,49%, 15/05/2025), a formatura como paraninfo (13,67%, 28/01/2024) e a visita ao Maranhão com o Fórum Abratur 2023 (9,75%, 13/06/2024). As outras seis comparáveis têm mediana de 7,10%. As três ficam acima da mediana do perfil.
É quase o dobro, mas são três casos: é pista, não regra. Aponta que este público responde ao trabalho que a bio anuncia. E três das legendas que abrem com #tbt ou #dump são estas mesmas, então, nestes números, o assunto e a abertura não se separam.
O teste é, a cada aula, evento ou apresentação de pesquisa, um carrossel com a legenda que conta o trabalho (onde foi e o que apresentou), como a de Cusco faz na segunda frase, e acompanhar se a resposta se repete. É aposta a testar, não promessa de resultado.
Diego já tem a parte mais difícil de construir: um público que responde quando ele publica. Nas 9 publicações comparáveis das 10 da própria conta, o engajamento mediano é de 9,00% por publicação (curtidas mais comentários sobre 944 seguidores); a conversa é de 11,2 comentários por 100 curtidas; nenhuma publicação comparável ficou sem comentário; e a maior resposta do período, 19,49% em 15/05/2025, é mais que o dobro da mediana. Medida no mesmo dia e pelo mesmo método, essa mediana, de 9 publicações, fica acima das dos quatro perfis de referência do nicho (medidas em 34 a 36 publicações cada), como mostra o bloco 06. A bio aparece inteira, sem corte, e as legendas têm território próprio: pesquisa, educação, viagem e cultura afro-brasileira.
O que falta é presença e porta de entrada. São 10 publicações próprias em quase quatro anos (de 12/10/2022 a 09/09/2026), cerca de uma a cada cinco meses, com 7 pausas de mais de 60 dias (as colaborações publicadas por outras contas no período aparecem na grade, mas ficaram fora das contas). O nome diz só "Diego Santos", a bio diz "Pesquisador" sem dizer de quê, não há link na bio nem destaques, e as três maiores respostas comparáveis estão fora da primeira linha da grade, que divide espaço com colaborações hospedadas por outras contas. Quem chega ainda não encontra o trabalho que as legendas contam.
O caminho já está no próprio feed. As três publicações em que a legenda mostra o educador e pesquisador em ação têm mediana de 13,67%, contra 7,10% das outras seis comparáveis; são três casos, então é pista e não regra. E janeiro de 2025 mostrou o ritmo: três quintas seguidas. O começo cabe numa tarde (nome, bio, link e destaques; fixar as três de maior resposta fica para quando fizer sentido para ele) e depois vira rotina: uma publicação própria por quinta, testando a legenda que conta o trabalho.
Um público que responde (9,00% de engajamento mediano e 11,2 comentários por 100 curtidas), uma bio que aparece inteira e legendas com território próprio: pesquisa, educação, viagem e cultura afro-brasileira.
Presença e porta de entrada: 10 publicações próprias em quase quatro anos, um nome que ainda não diz o que ele faz, uma bio que ainda não diz de que é a pesquisa, e nenhum link nem destaque.
Quatro dos seis achados se resolvem numa tarde com o que já está publicado: nome, bio, link e destaques. Fixar as três de maior resposta no topo fica para quando fizer sentido para ele. Os outros dois pedem rotina, com uma publicação própria por quinta.
O público de Diego responde bem quando ele publica; o que ainda pede trabalho é a apresentação de quem chega e o intervalo entre as publicações. Cada item abaixo saiu de um dado desta análise, lido em 29/09/2026 sobre as 10 publicações da própria conta (das 10, 1 ficou fora das contas de engajamento por respeito).
As barras seguem a ordem da grade, da mais recente para a mais antiga, e cobrem as 10 publicações da própria conta, de 12/10/2022 a 09/09/2026. As colaborações publicadas por outras contas nesse período aparecem na grade do perfil, mas ficaram fora das contas. Nos quadros, as linhas vão do maior para o menor engajamento. Cada barra e cada linha abrem a publicação com a legenda inteira. A régua é a mediana do perfil, 9,00%, a mesma das cores das barras e dos filtros "Na mediana ou acima" e "Abaixo da mediana" da grade. Ela sai das 9 publicações comparáveis.
Das 10, 1 ficou fora das contas de engajamento por respeito. Das 9 comparáveis, 4 ficam acima da mediana do perfil e 1 fica exatamente nela, a de 16/01/2025, com 9,00%. A maior é o carrossel de Machu Picchu, de 15/05/2025, com 19,49%, mais que o dobro da mediana. As menores são a foto do Dia das Crianças, de 12/10/2022, com 2,97%, e o carrossel da exposição no IMS Paulista, de 11/04/2024, com 4,45%. Nenhuma das 9 comparáveis ficou sem comentário, e os dois quadros abaixo mostram como o topo e a base se dividem pelo assunto da legenda.





Três das cinco são as publicações em que a legenda mostra o educador e pesquisador em ação: a apresentação da pesquisa em Cusco, a formatura como paraninfo e a participação no Fórum Abratur 2023. Esse grupo tem mediana de 13,67%, contra 7,10% das outras seis comparáveis. As outras duas do quadro são passeios pelo Rio, ambos de janeiro de 2025, com relato em primeira pessoa e crédito a quem guiou. A regra prática, como hipótese de três casos: quando a viagem ou o evento tem o trabalho dele por trás, a legenda conta esse trabalho.




Nenhuma das quatro conta o trabalho dele como educador e pesquisador. Três delas (Rio, museu e exposição) nomeiam cultura afro-brasileira, memória e ancestralidade, que são a identidade do perfil e não um tema a deixar de lado; a data comemorativa teve a menor resposta (2,97%), mas é um caso só, e o tema de arte, exposição e memória negra ficou com mediana de 5,51% em duas publicações, poucas para concluir. Três abrem com exclamação ou saudação; a da exposição abre com #tbtdump. No Maranhão, a legenda nomeia a mesma cultura e conta o trabalho, e fica acima da mediana, com 9,75%; é um caso só. A regra prática, como hipótese: manter o tema e dizer, na legenda, o que o educador e pesquisador foi fazer ali.

A primeira linha é o que aparece no feed antes do "mais", e é ela que decide se alguém abre o carrossel e lê o resto. Nas 9 publicações comparáveis (das 10 da própria conta, 1 ficou fora das contas de engajamento por respeito), as legendas de Diego começam de três jeitos: anunciando a memória com #tbt ou #dump, contando em primeira pessoa o que ele viveu, ou com uma exclamação ou saudação. Os grupos são pequenos: o que sai daqui é leitura, não regra.
11,71% de engajamento mediano nas 4 legendas que abrem anunciando #tbt ou #dump, e 3 das 4 acima da mediana do perfil (9,00%). A maior delas é também a maior resposta do período: o carrossel de 15/05/2025, com 19,49%.
"#tbt de uma das viagens mais mágicas e desafiadoras que fiz."
Antes de qualquer detalhe, quem lê já sabe que é uma lembrança e que ela foi marcante. A frase promete uma história e deixa a curiosidade para a linha seguinte.
"Visitar a cidadela inca de Machu Picchu fechou com chave de ouro minha ida à Cusco, também no Peru"
Nome de lugar concreto, que qualquer pessoa reconhece, e a primeira informação de verdade da legenda.
"para apresentar a pesquisa sobre mobilidade corporativa e tecnologias digitais no ICMTT 24."
É aqui que a lembrança de viagem vira registro do educador e pesquisador. O mesmo passo aparece em 13/06/2024 ("Houve participação no Fórum Abratur 2023, fala em evento da Secretaria de Estado do Turismo do Maranhão", 9,75%) e em 28/01/2024 ("#dump de uma noite especial de formatura como paraninfo!", 13,67%).
"Apesar do soroche (mal da montanha), rolou muito aprendizado, cultura, história, arte, networking e comida boa!"
Um detalhe difícil da viagem, dito com leveza, fecha a legenda com uma lista do que a viagem trouxe. Dá à conquista um lado humano, contado na legenda.
A legenda termina em "comida boa!" e não convida quem leu a nada: nem a perguntar sobre a pesquisa, nem a contar se conhece o lugar. Nenhuma das 10 legendas da própria conta faz pergunta a quem lê; a única interrogação é dirigida à amiga que guiou uma trilha.
Uma ressalva honesta: três das quatro legendas deste grupo são as que contam o trabalho de Diego (a viagem ao Peru, o Maranhão e a formatura), e esse assunto tem mediana de 13,67% nas 3. A quarta, o #tbtdump da exposição no @ims.paulista (11/04/2024), ficou em 4,45%. O marcador ajuda a abrir, mas o que parece puxar a resposta é o trabalho contado logo depois, e isso é pista tirada de três casos, não regra.
10,96% de engajamento mediano nas 2 legendas que abrem com relato em primeira pessoa, as duas da série de passeios pelo Rio em janeiro de 2025. A maior é a de 09/01/2025, com 12,92%; a outra, de 16/01/2025, ficou em 9,00%, exatamente na mediana do perfil.
"Eu me sentindo o Pikachu, atravessando o Vidigal a caminho do Morro Dois Irmãos no Rio de Janeiro."
Começa por como ele se sentiu, e não pelo que aconteceu. A comparação bem-humorada abre a legenda e já traz o trajeto com nome de lugar.
"Sim, Fernanda Torres está certa: a vida presta!"
Uma frase curta, com um nome conhecido, que amarra o passeio a um sentimento.
"Agradeço ao guiamento da melhor, minha amiga: @beatrizkita"
Credita quem guiou a trilha e, com isso, mostra de onde vem a experiência. A legenda de 16/01/2025 também fecha creditando o guiamento de @vinha.outdoor e @gabriel.outdoor.
"Foi louco, a gente metendo o inglês com os gringos, não foi Bia?!"
Termina como quem conta a história a um amigo, o que deixa o texto leve e próximo.
A ponte com o que Diego faz. O relato mostra a pessoa, mas não diz nada do educador e pesquisador que está ali; uma linha que ligasse o passeio ao que ele estuda juntaria os dois moldes. Com 2 casos, é hipótese a testar, não promessa.
11,71% de mediana em 4 publicações. Vai de 19,49% (15/05/2025) a 4,45% (11/04/2024).
10,96% de mediana em 2 publicações. Vai de 12,92% (09/01/2025) a 9,00% (16/01/2025).
6,57% de mediana em 3 publicações, nenhuma acima da mediana do perfil. Vai de 7,63% (23/01/2025, "Obrigado, Rio!") a 2,97% (12/10/2022, a data comemorativa). Dos três tipos de abertura das 9 comparáveis, é o de mediana mais baixa: as legendas que abrem com #tbt ou #dump ficam em cerca de 1,8 vez essa mediana.
A legenda conta, logo nas primeiras frases, o que Diego foi fazer ali. As três legendas que contam o trabalho dele (Cusco, 19,49%; a formatura, 13,67%; o Maranhão, 9,75%) ficaram acima da mediana do perfil, e as outras seis comparáveis têm mediana de 7,10%. Só nomear o lugar não basta: "Obrigado, Rio!" (7,63%) e o #tbtdump da exposição no @ims.paulista (4,45%) nomeiam o lugar logo na primeira frase e ficaram abaixo da mediana. São três casos: pista para testar, não regra.
Isso não pede mudar de assunto: cultura afro-brasileira, negritude e ancestralidade são a identidade do perfil. A legenda do Maranhão mostra o caminho num caso só: a legenda de 13/06/2024 nomeia "a ancestralidade, a influência africana e a negritude" depois de contar o fórum e a fala em evento, e ficou em 9,75%. É uma pista para testar, com o lugar e o trabalho na frente e o significado logo depois.
Entre as 10 publicações da própria conta não há nenhum vídeo: são 8 carrosséis e 2 fotos. Por isso não há áudio a transcrever. As colaborações publicadas por outras contas que aparecem na grade ficaram fora das contas e não foram lidas. O que existe, e é bastante, está nas legendas: três delas já trazem a pauta de um vídeo falado.
Na legenda: "Visitar a cidadela inca de Machu Picchu fechou com chave de ouro minha ida à Cusco, também no Peru, para apresentar a pesquisa sobre mobilidade corporativa e tecnologias digitais no ICMTT 24."
Por que isso importa: é a maior resposta do período, e a legenda cita a pesquisa em uma linha, sem contar o que ela investigou nem o que Diego apresentou. É o assunto que a legenda anuncia e não desenvolve.
Na legenda: "#dump de uma noite especial de formatura como paraninfo!" e, em seguida, a citação de Malcolm X: "A educação é o passaporte para o futuro, pois o amanhã pertence àqueles que se preparam hoje."
Por que isso importa: a legenda registra o papel de paraninfo e escolhe uma frase sobre educação, mas não traz nenhuma palavra dele aos formandos. O educador está no centro da publicação; a palavra dele, ainda não.
Na legenda: "Houve participação no Fórum Abratur 2023, fala em evento da Secretaria de Estado do Turismo do Maranhão, visita ao centro histórico de São Luís [...] ida aos Lençóis Maranhenses e à Alcântara - cidade mais quilombola do Brasil"
Por que isso importa: a legenda menciona uma fala em evento, e o assunto dela não aparece no texto. É também a legenda que liga o trabalho à ancestralidade e à negritude, a identidade do perfil, no mesmo parágrafo.
Duas das três legendas acima citam momentos em que Diego falou em público (a apresentação da pesquisa em Cusco e a fala em evento no Maranhão), e a terceira registra o papel dele como paraninfo; nenhuma delas conta o conteúdo dessas falas. São três pautas prontas para um vídeo falado: o que a pesquisa sobre mobilidade corporativa e tecnologias digitais investigou, o que ele disse no evento do Maranhão e um recado dele a quem está se formando. Cada uma já tem lugar, data e motivo, que são justamente os passos das três legendas que contam o trabalho dele, as três acima da mediana do perfil (9,00%).
Não há vídeo nas 10 publicações para comparar formato, então isso não é promessa de resultado: é um teste com assunto já escolhido, feito a partir do que ele mesmo publicou.
Antes de olhar o perfil, vale olhar o campo. Diego se apresenta como educador e pesquisador, e as legendas dele passam pela pesquisa apresentada no ICMTT 24, pela fala em evento da Secretaria de Estado do Turismo do Maranhão, por viagens e por cultura. Quatro números públicos dimensionam esse terreno.
Foram 10.226.873 matrículas, a primeira vez acima de 10 milhões em 45 anos de estatísticas, com alta de 2,5% sobre 2023. O número conta matrículas, não pessoas.
O público que conversa com quem ensina é grande e segue crescendo. Fonte: Inep/MEC, Censo da Educação Superior, 2024.
Parcela dos usuários de internet com 10 anos ou mais que declararam ter usado redes sociais, em pesquisa domiciliar nacional.
Alunos, colegas de pesquisa e gente do turismo já estão nas redes: o perfil pode ser a vitrine do trabalho acadêmico. Fonte: Cetic.br/NIC.br, TIC Domicílios, 2025.
Recorde, com alta de 7,1% sobre 2024 e 9,3 milhões de turistas internacionais no ano. Mede o gasto dos visitantes, não o faturamento do setor.
O turismo, tema dos eventos que aparecem no perfil, está em alta, e isso dá atualidade ao que Diego registra. Fonte: Banco Central do Brasil, via PANROTAS, 2025.
Recorde da entidade, somando só as associadas (24 em janeiro de 2026), não o mercado inteiro. O aéreo respondeu por 57,5% e a hotelaria por 31%.
A mobilidade corporativa, tema da pesquisa que Diego levou ao ICMTT 24, movimenta um mercado bilionário. Fonte: Abracorp, via Brasilturis, 2025.
Os quatro números apontam para o mesmo lado. Há um público estudantil grande e crescente, a maioria de quem usa internet no país está nas redes, e dois números ligados aos temas das legendas dele bateram recorde em 2025: o gasto de turistas estrangeiros no Brasil e o faturamento das agências de viagens corporativas associadas à Abracorp (no caso da Abracorp, recorde da entidade). Isso quer dizer que o assunto dele tem audiência e tem atualidade.
Para quem ensina e pesquisa, o Instagram cumpre um papel que o currículo não cumpre: mostra o trabalho em movimento, da pesquisa apresentada em Cusco ao evento de turismo no Maranhão. É por esse registro que alunos, colegas e gente do setor passam a associar um nome a um tema, e é essa associação que pode abrir convite para palestra e parceria de pesquisa.
Buscamos professores, pesquisadores e profissionais de turismo e hospitalidade no Brasil, com perfil pessoal. Quatro perfis ficaram na tabela, coletados no mesmo dia e pelo mesmo método: um de porte parecido (@joicelavandoski) e três maiores (@carioca_nomundo, com 428.612 seguidores, @hubberclemente, com 5.310, e @marialdrigui, com 3.822, frente aos 944 de Diego). O método é curtidas mais comentários sobre seguidores exatos, por publicação, na mediana das até 36 publicações mais recentes de cada perfil. No caso de Diego, entram as publicações da própria conta; as colaborações publicadas por outras contas ficaram fora das contas.
| Perfil | Seguidores | Publicações | Engajamento mediano | Selo |
|---|---|---|---|---|
| @carioca_nomundo hoteleiro, professor e criador de conteúdo | 428.612 | 3.369 | 0,40% | sim |
| @hubberclemente CEO Afroturismo Hub, presidente da ABRAFRO | 5.310 | 1.665 | 0,68% | não |
| @marialdrigui professora de turismo da USP | 3.822 | 1.567 | 1,99% | não |
| @di_diegosantos este perfil | 944 | 14 | 9,00% | não |
| @joicelavandoski professora de turismo da UNIRIO | 645 | 473 | 3,72% | não |
| Mediana de páginas de marca no Instagram, por seguidor, 2026 | · | · | 0,30% | · |
Coleta pública de 29/09/2026, mesmo método aplicado aos cinco perfis: curtidas mais comentários sobre seguidores exatos, por publicação, mediana das até 36 publicações mais recentes de cada perfil.
Com 9,00% de engajamento mediano (mediana de 9 publicações, contra 34 a 36 nos outros perfis), Diego fica à frente de todos os perfis medidos, embora seja o 4º em seguidores entre os cinco. A ordem por engajamento é Diego, @joicelavandoski (3,72%), @marialdrigui (1,99%), @hubberclemente (0,68%) e @carioca_nomundo (0,40%).
@joicelavandoski, professora de turismo da UNIRIO, tem 645 seguidores e engaja 3,72%. Diego, com 944, engaja 9,00%: mais de duas vezes, numa base de tamanho comparável.
@carioca_nomundo, hoteleiro, professor e criador de conteúdo, tem 428.612 seguidores, 454 vezes a base de Diego, e engaja 0,40%. Diego engaja mais de 22 vezes isso. É a maior base de seguidores entre os perfis medidos, não um par.
Primeiro: a base de Diego responde muito. Entre educadores, pesquisadores e profissionais de turismo medidos no mesmo dia, ele tem o maior engajamento mediano, e a diferença se mantém em relação ao perfil de porte parecido, onde o tamanho da base não explica a diferença. Os cinco perfis, inclusive o dele, ficam acima da Mediana de páginas de marca no Instagram, por seguidor, 2026 (0,30%, Rival IQ, 2026), uma régua de marcas, útil só como referência distante para perfis pessoais.
Segundo: o que a tabela não diz. Ela compara resposta por seguidor, não alcance nem tamanho de audiência; numa base menor, cada curtida pesa mais no percentual. E os períodos cobertos são muito diferentes: as até 36 publicações cobrem cerca de 3 meses em @carioca_nomundo e em @hubberclemente, 11 meses em @joicelavandoski, 16 meses em @marialdrigui e 3,9 anos no perfil de Diego, que tem 10 publicações próprias na janela. A mediana de Diego sai de 9 delas (das 10, 1 ficou fora das contas de engajamento por respeito), um conjunto pequeno. Em @carioca_nomundo, 2 publicações com menos de 24 horas no ar ficaram fora, e a mediana sai de 34; em @marialdrigui, 2 publicações com curtidas ocultas ficaram fora, e a mediana também sai de 34. A comparação usa a mediana de cada perfil, não a média.
Terceiro: os outros perfis são referências do mesmo campo, e mostram que o tema de turismo e hospitalidade sustenta tanto perfis com base pequena e muito engajada quanto uma audiência de centenas de milhares. O ponto forte de Diego, medido aqui, é a resposta de quem já o segue.
Das 10 publicações da própria conta, 8 são carrosséis e 2 são fotos; nenhuma é vídeo e nenhuma tem formato desconhecido. Os 8 carrosséis têm mediana de 9,38%. Das 2 fotos, só 1 entra nas contas, com 2,97%, e ela é também a única data comemorativa das 10.
Dentro dos próprios carrosséis, a resposta vai de 4,45% (11/04/2024) a 19,49% (15/05/2025). O que muda de uma ponta à outra é o assunto: as 3 em que a legenda mostra o educador e pesquisador em cena têm mediana de 13,67%; as 2 de arte, exposição e memória negra, 5,51%.
O carrossel já é a escolha de Diego e comporta o que ele conta: viagem, trabalho e cultura em várias imagens. Com uma foto comparável só, não dá para dizer que um formato rende mais que o outro. Nas pontas, o que muda é o assunto, não o formato; com 3 e 2 publicações nesses grupos, é hipótese, não regra.
São 10 publicações próprias de 12/10/2022 a 09/09/2026, ou 0,05 publicações próprias por semana: uma em 2022, uma em 2023, 3 em 2024, 4 em 2025 e uma em 2026. Há 7 pausas de mais de 60 dias: de 12/10/2022 a 25/01/2023 (105 dias), de 25/01/2023 a 28/01/2024 (368), de 28/01/2024 a 11/04/2024 (74), de 11/04/2024 a 13/06/2024 (63), de 13/06/2024 a 09/01/2025 (210), de 23/01/2025 a 15/05/2025 (112) e a que começou em 15/05/2025 (482).
A grade não fica tão vazia quanto a conta sugere: as colaborações publicadas por outras contas (@soudisantos_ em 26/09/2024, @revistahospitalidade em 28/04/2025 e 13/06/2025, @adornos_e_magia em 17/06/2025) aparecem nela, mas ficaram fora das contas. O melhor trecho de ritmo foi janeiro de 2025: três publicações em três quintas seguidas (09/01, 16/01 e 23/01).
Nenhuma das 9 comparáveis ficou sem comentário, nem as que vieram depois de pausas longas: a formatura, depois de 368 dias sem publicação própria, teve 20 comentários. Num trecho só (janeiro de 2025), a quinta semanal coube na rotina dele; o acervo de viagens com #tbt sustenta as semanas sem novidade.
5 das 10 legendas citam alguém com @, nove contas diferentes, cada uma numa legenda só. A que mais cita é a da formatura como paraninfo (28/01/2024), com créditos de cabelo, unhas e barba, fotos (📷 @cris_psiqueira, o único crédito de foto) e @agenciamodelsblack. As outras citam o guiamento de @vinha.outdoor e @gabriel.outdoor (16/01/2025) e de @beatrizkita, que a legenda chama de "minha amiga" (09/01/2025), o @ims.paulista, onde estava a exposição (11/04/2024), e o São João da @thaynaraog (13/06/2024).
As 5 que citam alguém têm mediana de 9,75%; as 4 comparáveis sem marcação, 7,10%. Mas duas das que citam são do educador e pesquisador em cena, e a maior resposta do período (15/05/2025) não cita ninguém. 5 das 10 usam hashtag, e em 4 delas é #tbt, #tbtdump ou #dump, o marcador de memória do perfil.
Horário e dia: 6 das 10 saíram numa quinta (mediana de 9,38%), e das 9 comparáveis, 6 saíram entre 12 h e 18 h (7,10%), 2 antes das 12 h (10,96%) e 1 a partir das 18 h (19,49%). Com grupos deste tamanho, nem a marcação nem o horário separam as respostas com segurança; a quinta vale como hábito, não como fórmula.
Não há dado demográfico do público: a leitura é pelo que o perfil publica e pelo que a bio oferece.
Em ordem de retorno sobre esforço. As quatro primeiras se resolvem numa tarde, com palavras que já estão na bio e nas legendas e publicações que já estão no feed. As demais pedem rotina nas próximas publicações.
Quatro dos seis achados se resolvem numa tarde; fixar Machu Picchu, a formatura e o Vidigal no topo da grade fica para quando fizer sentido para ele, sem prazo. O que pede constância é o ritmo, e é nele que o público que já responde passa a ver o Diego com mais frequência.
Indicador: quatro quintas seguidas com publicação própria, contra as 0,05 por semana de hoje.
Indicador: engajamento mediano das novas publicações perto ou acima dos 9,00% do perfil, e conversa perto dos 11,2 comentários por 100 curtidas.
Indicador: três meses de uma publicação própria por quinta, com engajamento mediano e comentários por 100 curtidas acompanhados mês a mês.
Análise de Instagram de Diego Santos · Nobox Group · leitura de 29/09/2026.
Os números vieram do que está publicado no perfil, em coleta pública. Nenhum dado privado de conta foi acessado.